Srs.
Boa Tarde.
Hoje venho ressaltar como é necessária a segurança na web, depois de fotos vazadas da Senhorita Carolina, por possível descuido ou por ser enganada por uma invasão de Engenharia Social.
Não querendo entrar no mérito de que nunca aconteceu comigo, pois eu mesmo já sofri com uma invasão ao meu e-mail do Yahoo ao qual ele enviava e-mail para outras pessoas.
Não encontrei a fonte dos problemas, mas alterei a senha para uma mais confiável e os pcs que utilizava sofreram uma varredura completa de vírus, e acredite meu microcomputador de casa estava infectado.
Às vezes não é você o culpado no momento que existem outras pessoas utilizando pode acontecer de um deles cair em uma armadilha e provocar problemas a ele ou a próxima pessoa que utilizará o mesmo.
Contudo hoje existe uma cartilha para os menos desavisados criada pelo cert.br que informa éticas de segurança, a mesma pode ser feito a leitura abaixo.
Os ataques de Negação de Serviço (DoS) e ataques Distribuídos de Negação de Serviço (DDoS) se tornaram cada vez mais frequentes, e muitas vezes são utilizados pelos hacktivistas como meio de protesto, ou inclusive são realizados por meio das redes botnet que utilizam seus computadores zumbi com esta finalidade.

Em que consiste um ataque de DOS?
Um ataque de Negação de Serviço tem como objetivo deixar determinado recurso inacessível (geralmente um servidor web). Esses ataques geralmente se realizam com o uso de ferramentas que enviam uma grande quantidade de pacotes de forma automática para sobrecarregar os recursos do servidor, conseguindo, desta maneira, que o próprio serviço fique inoperante.
Além disso, costumam coordenar ataques envolvendo um grande número de pessoas para que iniciem este tipo de ataque simultaneamente, constituindo assim um ataque de negação de serviço distribuído, o qual muitas vezes é um pouco mais difícil de conter.
Para aumentar a eficácia do ataque, um DDoS muitas vezes conta com a ajuda de máquinas zumbis, que integram uma rede zumbi. Computadores desse tipo foram infectados por pragas que tornam o acesso à internet extremamente lento ( se sua internet começou a fica muito lenta desconfie), isso porque eles estão sob o comando de outra máquina, também conhecido como computador-mestre.
E justamente por contar com uma legião de máquinas atacando é que os DDoS têm grande eficiência. Por se tratar de milhares computadores realizando o ataque, fica muito mais difícil combatê-lo, porque os responsáveis pela segurança do servidor não conseguem estabelecer regras para impedir todos os acessos que estão causando danos.
Que métodos de defesa existem?
Devemos revisar a configuração de roteadores e firewalls para deter IPs inválidas, assim como filtrar protocolos não necessários. Alguns firewalls e roteadores oferecem a opção de prevenir inundações (floods) nos protocolos TCP/UDP. Além disso, é mais aconselhável habilitar a opção de logging (logs) para levar um controle adequado das conexões que existem com os ditos roteadores.
Como medida de resposta, é muito importante contar com um plano de resposta a incidentes. Caso ocorra algo dessa natureza, cada pessoa dentro da organização deveria saber qual é sua função específica.
Outras das alternativas que devemos ter em conta é a ajuda solícita ao Provedor de Serviços da Internet (ISP). Isso pode ajudar ao bloquear o tráfego mais próximo à sua origem sem a necessidade de alcançar a organização.
No caso de contar com IDS/IPS (intrusão-detecção/prevention system), esses podem detectar o mal uso de protocolos válidos como possíveis vetores de ataque. Devemos ter em conta, além disso, a configuração dessas ferramentas. Isso deve se realizar com o tempo necessário e mediante pessoas capacitadas, tentando o máximo possível manter atualizadas as assinaturas desses dispositivos. Cabe destacar que é de suma importância analisar os casos de falsos positivos para realizar uma possível reconfiguração desse tipo de ferramenta.
Alguns conselhos um pouco mais técnicos que podem ajudar são:
Possivelmente, este tipo de ataque seguirá ocorrendo ao longo do tempo. É por isso que é necessário adotar medidas preventivas para tentar evita-los, assim como também contar com os recursos necessários na hora de responder em caso de ataque bem sucedido.
Olá, povo.
O site andou meio desatualizado, estava de férias e precisava me focar nelas :0
Então voltamos com mais uma matéria interessante para o pessoal que adora me fazer perguntas!!!!!
Ultrabooks, o que são?
- Na minha opinião são uma evolução dos notebooks e uma luta contra os tablets e os smartphones vindos da própria intel!
Eles tem como caracteristicas desempenho e boot mais rápido, espessura menor bateria que pode durar dias e à opção de se manter conectado mesmo em modo de espera.
O que dificulta por enquanto é o preço que doi no bolso!
Existem alguns modelos a venda no Brasil mas nada tão expressivo como nos EUA.
A intel agendou várias fases para o produto que possiblitará o preço no fim ser bem inferior ao notebook atual. A nova tecnologia Haswell para 2013 está pensanda também para os mesmos.
Um exemplo da DELL
O que a intel espera como ultrabook!
Tabela da intel para ultrabook
Um abraço!!!!
Os criminosos varrem a internet em busca de modems que estejam expostos na rede. Isso acontece principalmente com clientes de linhas empresariais de ADSL, porque as linhas ADSL domésticas, mais baratas, muitas vezes bloqueiam o acesso ao modem, se este for liberado de forma acidental.
Quando um modem é encontrado, uma tentativa para explorar a falha é realizada. A vulnerabilidade é muito simples e vai revelar a senha de administração cadastrada no modem. Com a senha, o criminoso entra no painel de administração do modem e altera a configuração do Domain Name System (DNS).
O DNS é a “lista telefônica” da internet e é responsável por converter um endereço como “g1.com.br” em um número de endereço IP no qual o computador pode se conectar. Como os criminosos controlam a “lista”, eles podem fazer o site dos bancos serem direcionados para servidores que irão registrar a senha da vítima e realizar a fraude. Outra ação que pode ocorrer é o redirecionamento de anúncios de sites.
Os golpistas trocavam a senha de muitos modems, após realizar o ataque, deixando cadastrada a senha “dnschange” (“troca de DNS”, em inglês).
Abra o seu navegador de internet e digite o IP do seu modem e acrescente “/password.cgi”. Se o IP for 10.0.0.1, o link será “http://10.0.0.1/password.cgi“. Ao abrir a página, visualize o código fonte (CTRL-U no Firefox e no Chrome; no Internet Explorer, aperte a tecla ALT, vá ao menu Exibir e selecione Código-Fonte).
Se o modem for vulnerável, no meio do código será possível ver a senha de administração configurada no modem. As senhas padrão costumam ser “admin”, “1234″, “epicrouter”, “root”, entre outros.
Se você não sabe o IP do seu modem, segure a tecla Windows no teclado e aperte a tecla R (combinação Win+R). A caixa do “Executar” vai se abrir. Digite o “cmd” e clique em OK. Na tela que aparece, digite o comando “ipconfig”. Procure o “Gateway Padrão”. Feche a janela e digite aquele IP no seu navegador web, conforme as instruções acima.
Descubra o modelo do modem e o fabricante vá no site e veja se ha atualização de firmware. Caso não exista entre em contato com o fabricante.
Fonte: G1
Todos os processadores contam com memória interna, a qual é divida em subníveis. Cada um serve para armazenar um determinado tipo de informação. Vale lembrar que essas divisões de níveis já são bem conhecidas pelos nomes cache L1, L2 e L3.
Os processadores Intel Core de segunda geração vêm com algumas modificações no cache. Entretanto, antes de falar das novidades, precisamos deixar claro o que permanece intacto. Se repararmos bem, o cache L1 das CPUs com arquitetura Sandy Bridge não foi alterado. Dessa forma, esses chips contam com 32 KB para instruções e 32 KB para dados – quantidades de memória separadas para cada núcleo.
O cache L2 não sofreu alterações no modo de funcionamento, tampouco na quantidade de memória. Sendo assim, os processadores Intel Core de segunda geração trazem 256 KB de memória para cada núcleo (o que altera a quantidade total de acordo com o modelo). A única diferença é que o cache L2 foi renomeado para Mid-Level Cache (MLC), algo como “Cache de Nível Intermediário”.
Assim como na primeira geração da linha Intel Core, o controlador de memória do processador continua integrado ao chip principal. Tal método foi adotado anteriormente e surtiu excelentes resultados, fator que obrigou a Intel a manter a receita. Antes de continuarmos, vale lembrar que, como o próprio nome diz, o controlador de memória serve para controlar a memória. E no caso das CPUs Intel Core, são memórias do tipo DDR3.
A tecnologia Inter Turbo Boost serve para regular a frequência do processador conforme os aplicativos em execução. Isso quer dizer que os processadores dotados de tal tecnologia são capazes de aumentar ou diminuir a “velocidade” e, consequentemente, economizar energia.
Com a segunda geração de processadores Intel Core, a fabricante realizou algumas melhorias no modo de operação desse recurso. Os processadores com microarquitetura Sandy Bridge têm sua frequência alterada pelo próprio sistema operacional, o qual não consegue ativar o recurso enquanto uma carga mínima é atingida.
Assim como a primeira versão dessa tecnologia, a segunda também depende de uma série de fatores. O valor máximo da frequência varia conforme o consumo estimado de energia e de corrente, o número de núcleos ativos e a temperatura do processador. Sendo assim, a CPU fica monitorando se todos esses valores estão dentro dos padrões e, se por acaso as tarefas demandarem mais poder de processamento, então o recuso é ativado.
Antes de comentar sobre as diversas tecnologias que fazem parte dessas novas CPUs, vale abordar o que muda no método de construção. A primeira diferença notável está no tamanho ínfimo dos componentes internos. Os processadores com microarquitetura Sandy Bridge são fabricados com nanotecnologia de 32 nm.
Já os processadores com arquitetura Nehalem eram fabricados, em um primeiro momento, com nanotecnologia de 45 nm. Vale frisar, no entanto, que posteriormente a Intel investiu em chips com nanotecnologia de 32 nm.
Em teoria, tanto as CPUs Intel Core de primeira quanto as de segunda geração seriam idênticas nesse aspecto. Contudo, os novos modelos contam até mesmo com a northbridge fabricada com 32 nm, enquanto que, nos anteriores, esse componente ainda era de 45 nm.

A montagem dos componentes internos também sofreu alterações. Os processadores Sandy Bridge vêm esquematizados em formato de anel. Isso significa que diversos itens estão em diferentes posições. Tal mudança foi necessária em decorrência de algumas alterações quanto à ponte norte e a outros controladores.
A northbridge, inclusive, agora está acoplada ao chip principal, ou seja, na mesma pastilha de silício. Além disso, a unificação é uma característica primordial da nova arquitetura Sandy Bridge. Os núcleos, o controlador de memória, o cache L3 (LLC) e o chip gráfico estão todos unidos para melhorar o tempo de acesso e o compartilhamento de recursos.
Uma das principais novidades na arquitetura Sandy Bridge é o cache L0. Essa pequena memória vem para auxiliar o processador na hora de aproveitar dados comumente utilizados. O cache L0 recebeu o nome de cache de microinstruções decodificadas, o qual é capaz de armazenar até 1.536 microinstruções.
Esse novo cache é um benefício em dois sentidos: primeiro que o processador não terá de decodificar as mesmas instruções duas vezes, e, segundo, que a CPU consegue desativar a coleta de novos dados por algum tempo, fator que auxilia na economia de energia. A vantagem obtida ao usar o cache L0 chega a 80%, dado este obtido em uma apresentação da Intel.
Inovando ainda mais, a Intel mudou o modo como os núcleos acessam a memória cache L3. Nos modelos com arquitetura Nehalem, essa memória era independente. Nos processadores Sandy Bridge, ela é compartilhada — de maneira semelhante ao que se vê no AMD Phenom II. Isso significa que todos os núcleos podem acessar os mesmo dados, sem ter de ficar carregando as mesmas informações de forma independente.
Com isso, as CPUs com microarquitetura Sandy Bridge têm certa vantagem se comparadas às da primeira geração da linha Intel Core. Além dessa alteração no funcionamento, a Intel decidiu modificar o nome do cache L3 para Last-Level Cache (LLC).
Em vez de adotar um novo conjunto de instruções SSE, a Intel decidiu adotar um caminho diferente. O conjunto de instruções AVX foi desenvolvido para utilização em aplicativos em que existe a presença intensiva de pontos flutuantes.
O que é um ponto flutuante? Basicamente, são números digitais, os quais servem para representar os números que conhecemos. Apesar de parecerem desnecessários, os pontos flutuantes possibilitam um aumento significativo no desempenho, porque são números simplificados para a fácil compreensão do processador.
Agora que você já tem ideia do que é um ponto flutuante, fica fácil compreender para que serve o conjunto de instruções AVX. Como o próprio nome diz, o AVX é composto por várias instruções, as quais vão possibilitar interpretar os pontos flutuantes e exibir números compreensíveis para o usuário.
Em teoria, o Intel AVX vai auxiliar na execução de aplicativos científicos, financeiros e multimídia. Todavia, a utilização desse conjunto de instruções depende do sistema operacional (só funciona no Windows 7 SP1 e quaisquer distribuições Linux que usem o Kernel 2.6.30 ou superior) e do aplicativo que está sendo executado, visto que o aplicativo precisa ter sido programado para trabalhar com tais instruções.
O Intel AVX utiliza operadores de 256 bits (contra os 128 bits que eram utilizados em conjuntos anteriores) e traz 12 novas instruções. Tais informações significam que mais dados podem ser processados ao mesmo tempo. Esse conjunto de instruções também será adotado pela AMD, nos processadores Bulldozer, visto que o objetivo é sempre gerar maiores vantagens para o usuário.
Uma das principais novidades das CPUs Intel Core de segunda geração é a presença de um chip gráfico acoplado com o processador principal. Por contarem com uma GPU, tais modelos são classificados como APUs (Unidade de Processamento Acelerado), assim como os novos processadores AMD Fusion.
As CPUs com microarquitetura Sandy Bridge podem contar com chips gráficos Intel HD Graphics 2000 ou Intel HD Graphics 3000. As GPUs desses novos processadores têm sua frequência variável conforme o modelo em questão. A memória desses chips gráficos é a memória RAM padrão do computador, todavia, eles podem utilizar os dados presentes no cache L3 do processador.
Por se tratar de processadores gráficos básicos, esses chips não são capazes de executar jogos com alta qualidade. Entretanto, o foco básico é a reprodução de vídeos em 1080p e de gráficos tridimensionais simples. Justamente por não se tratar de GPUs para jogos, essas unidades de processamento possuem suporte apenas para o DirectX 10.1.
Os processadores da primeira geração da linha Intel Core podiam trabalhar com memórias DDR3 com frequência de até 1.066 MHz. Todavia, os módulos deviam ser configurados em canal triplo, fatores esses que mudaram completamente na segunda geração.
As novas CPUs trabalham com memórias DDR3 em canal duplo. Os módulos compatíveis podem operar na frequência de 1.333 MHz. Tal informação, no entanto, é válida para os modelos iniciais com arquitetura Sandy Bridge, visto que em breve pode ser liberada a versão do Intel Core i7 Extreme, a qual, em teoria, trará suporte para memórias com frequência de 1.600 MHz.
Outra mudança foi na disposição dos pinos de encaixe. O chamado “soquete” do processador teve alterações, isso porque a estrutura como um todo foi alterada ao organizar os componentes internos em forma de anel. Todos os novos processadores dessa linha vêm com o padrão de 1.155 pinos. Esse pequeno detalhe pode parecer insignificante, no entanto, é um aspecto importante a ser memorizado para o momento em que você for comprar uma placa-mãe compatível.
Uma das principais diferenças entre as CPUs da primeira e segunda geração da linha Intel Core está no nome. Não que tal detalhe faça diferença na usabilidade, entretanto, é um fator importante a ser analisado, pois o entendimento é crucial para o momento da compra.
Basicamente, a Intel acrescentou letras para identificar os diferentes focos de cada processador. Assim, existem modelos que têm a terminologia T, S e K. A letra “T” identifica quais modelos são econômicos. O Intel Core i5 2390T, por exemplo, vem configurado com um TDP de 35 W. Ainda que tal valor não signifique necessariamente o consumo de energia, ele é o valor adotado pelas fabricantes para indicar qual CPU consome mais ou menos.
A letra “S” serve para indicar quais modelos possuem melhor balanceamento para desempenho. Isso significa que processadores com essa terminologia possuem frequência e outras especificações configuradas na medida certa.
Por último, a Intel reservou a letra “K” para especificar quais modelos são ideais para usuários que preferem desempenho máximo. Há somente dois processadores com essa terminologia, os quais podem ter a frequência alterada através do método de overclock. Falando bonito, a letra “K” indica que a CPU tem o multiplicador destravado e, com isso, o usuário pode aumentar o clock do processador e ter um ganho significativo em desempenho.
Depois de tantas inovações, ainda sobraram algumas novidades que podem lhe convencer do potencial desses processadores. A primeira delas é a Intel Clear Video HD Technolgy, a qual combina uma CPU Intel Core de segunda geração com softwares específicos. Essa tecnologia possibilita melhor qualidade de imagem em vídeos 1080p e serve também para aprimorar o visual de conteúdos multimídia da web.
Essa tecnologia é dependente apenas de um processador Intel Core de segunda geração. O principal objetivo dela é acelerar a gravação de Blu-rays e DVDs, a edição de vídeos, a conversão de arquivos e outras tarefas multimídia. Como o próprio nome diz, em teoria essa tecnologia é capaz de sincronizar arquivos de vídeo quase que instantaneamente.
Os novos processadores Intel também possuem vantagens para os usuários que optam pelos modelos para portáteis. A tecnologia Intel Wireless Display é exclusiva para as CPUs Intel Core de segunda geração e possibilita que o usuário transmita um arquivo de vídeo diretamente do PC para uma TV, sem nem precisar de um cabo.
A segunda geração de processadores Intel Core é composta por modelos idênticos aos da primeira. A nomenclatura deles foi alterada, entretanto, o consumidor não deve ter problemas para identificar que o i3 é o mais modesto dos processadores.
Essa série de CPUs é composta por três modelos, cada qual com pequenas diferenças na frequência. Todos os processadores Intel Core i3 de segunda geração vêm com chip gráfico, compatibilidade com a tecnologia de 64 bits, dois núcleos (e capacidade para execução de quatro threads) e cache L3 de 3 MB.
Um detalhe importante a ser observado é que os processadores Intel Core i3 de segunda geração não são compatíveis com a tecnologia Intel Turbo Boost. Sendo assim, eles são “limitados” quando jogos ou aplicativos demandam mais poder de processamento do que a CPU consegue fornecer.
Os preços dos Core i3 equivalem ao poder de fogo que eles fornecem. Em nossas pesquisas, encontramos o modelo Intel Core i3-2100 por 378 reais (na loja Mega Mamute). Já o i3-2120 custa 60 reais a mais, algo a se pensar, visto que a mudança é de apenas 200 MHz na velocidade do clock.
Apesar de serem muito baratos, os processadores Intel Core i3 de segunda geração não são recomendados para usuários que desejam o mais alto desempenho. Eles são capazes de rodar muitos jogos atuais e, possivelmente, conseguirão processar muitos aplicativos e games futuros.
Entretanto, esses modelos são bem fracos para usuários que desejam tranquilidade em qualquer situação. Caso você busque um PC para atividades básicas, certamente um i3 de segunda geração dará conta do recado. Contudo, se o objetivo é ir além, recomenda-se um Intel Core i5.
A série de CPUs intermediária da Intel continua sendo a Intel Core i5. Composta por nove modelos, essa linha é preparada para atender diversos públicos, visto que os processadores em questão possuem muitas diferenças nas especificações.
A diferença de desempenho das CPUs Intel Core i5 de segunda geração já começa nas especificações. Retirando o modelo i5-2390T, todos os demais vêm com 6 MB de memória cache L3. Além disso, a frequência mínima encontrada nessa série é 2,5 GHz, valor suficientemente bom para processadores de quatro núcleos.
Aliás, falando em núcleos, temos de alertar logo que o modelo Intel Core i5 2390T é o menos indicado para aquisição. Salientamos isso, pois essa CPU tem menor quantidade de memória cache L3 (ela vem com metade do que o encontrado em outros modelos) e conta “apenas” com dois núcleos. Não que tal modelo seja de baixo desempenho, entretanto, ele é equiparado aos processadores da linha Intel Core i3.
Apesar desses pequenos detalhes, os processadores i5 de segunda geração possuem muitas características em comum. Entre elas está o suporte para a tecnologia Intel Turbo Boost, a compatibilidade com sistemas de 64 bits e a presença de chip gráfico Intel Graphics HD.
Os preços dessas CPUs variam muito, pois existem muitas variações de um mesmo modelo. Em uma pesquisa rápida, encontramos o Intel Core i5-2300 por 518 reais (na loja Mega Mamute). Enquanto que o i5-2500 custa 598 reais, ou seja, por 80 reais a mais você obtém mais 500 MHz. Talvez esse valor não seja muito razoável, visto que um Phenom II X6 1075T custa 100 reais a menos.
A linha Intel Core i7 de segunda geração chega para fazer ainda mais bonito. As poucas modificações internas nessas CPUs foram suficientes para apresentar enormes diferenças no desempenho. Essa linha é composta apenas por três modelos, os quais contam com quatro núcleos e capacidade para execução de oito threads.
Assim como a linha i5, a i7 também traz processadores compatíveis com a tecnologia Intel Turbo Boost. Isso significa que você terá excesso de desempenho em qualquer atividade, visto que não há muitas limitações quanto à velocidade de operação.
Por fim, devemos lembrar que os processadores Intel Core i7 de segunda geração contam com 8 MB de memória cache L3. E, não menos importante, eles vêm com chip gráfico para execução básica de jogos e vídeos em alta definição.
Fonte: Techmundo
Srs.
Boa Tarde!
Essa semana me deparei com um assunto interessante, como futricar com o serviços do windows.
Existe a maneira facil.
Via DOS (COMMAND)
sc delete <nome do serviço>
Caso não funcione você pode ir direto no regedit e meter bronca, abaixo um exemplo de detonação do Symantec Antivirus
Para remover os serviços do services.msc faça os passos abaixo:
Utilize o regedit.
HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet\Services
HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet\Services\EventLog\Application
Claro que você pode portar para outros softwares
Abraços.
Srs.
Esse tópico é mais explicativo.
Ele ensina o que é uma DLL e como instalar, constatemente nos cursos de manutenção de computadores não se ensina isso, porém é util saber pois com certeza vai ser necessário utilizar esse conhecimento especifico, ok?
Primeiro temos que entender o básico o que é uma DLL.
A DLL (Dynamic-link library (biblioteca de vínculo dinâmico)) é a implementação feita pela Microsoft para o conceito de bibliotecas compartilhadas nos sistemas operacionais Microsoft Windows e OS/2. Essas bibliotecas geralmente tem as extensões DLL, OCX (para bibliotecas que contêm controles ActiveX), ou DRV (para drivers de sistema legados).
Os formatos de arquivos para DLL são os mesmos dos arquivos executáveis para Windows.
Assim como os executáveis (EXE), as DLL podem conter códigos, dados, e recursos (ícones, fontes, cursores, entre outros) em qualquer combinação.
No sentido amplo do termo, qualquer arquivo de dados com esse mesmo formato pode ser chamado de DLL de recursos. Exemplos dessas DLL incluem bibliotecas de ícones, podendo ter a extensão ICL, e os arquivos de fontes, quem têm as extensões FON e FOT.
O propósito original das DLL era economizar espaço em disco e memória necessária para aplicativos, armazenando-os localmente no disco rígido.
Em uma biblioteca padrão não-compartilhada, trechos de código são adicionados ao programa que faz a chamada; se dois programas usam a mesma rotina, o código deve ser incluído em ambos. Ao contrário disso, códigos que vários aplicativos compartilham podem ser separados em uma DLL que existe como apenas um único arquivo, carregado apenas uma vez na memória durante o uso.
Devido ao uso extensivo de DLL, as versões iniciais do Windows puderam rodar em máquinas com pouca memória.
As DLL proveem os benefícios comuns de bibliotecas compartilhadas, como a modularidade. Esta modularidade permite que alterações sejam feitas no código ou dados em uma DLL auto-contida, compartilhada por vários aplicativos, sem que qualquer modificação seja feita nos aplicativos em si.
Essa forma básica de modularidade permite a criação de patches e service packs relativamente pequenos para grandes aplicativos, como Microsoft Office, Microsoft Visual Studio, e mesmo o próprio Microsoft Windows.
Outro benefício da modularidade é o uso de interfaces genéricas para plug-ins.
Uma única interface pode ser desenvolvida para permitir que módulos novos e antigos possam ser integrados em aplicativos pré-existentes, sem qualquer modificação no próprio aplicativo. Este conceito de extensibilidade dinâmica é levado ao extremos com o ActiveX.
Com todos estes benefícios, vem também um problema significante, conhecido como “Inferno de DLLs”, que ocorre quando vários aplicativos entram em conflito sobre qual versão de uma biblioteca deve ser utilizada.
Estes conflitos podem ser resolvidos facilmente se forem colocadas as diferentes versões da DLL em conflito dentro das pastas dos aplicativos, em vez de uma pasta para todo o sistema.
Entretanto, essa solução anula a economia conseguida com o uso dessas bibliotecas.
Atualmente o framework Microsoft .NET é apontado como uma solução para o problema do Inferno de DLLs ao permitir a coexistência de diferentes versões de uma mesma biblioteca.
Com a quantidade de espaço em disco dos computadores atuais, esta pode ser uma abordagem razoável.
Devemos entender que quando um PC entra nesse conflito de falta de DLL precisamos instalar a nossa querida DLL.
Caso você nem consiga entrar no windows e use abaixo:
Passo1:
Executar o cd do Windows
Passo 2:
Entrar no console de recuperação (apertando “r” no menu”), não é todo CD que tem.
Passo 3:
Executar: chkdsk /r.
Caso o seu técnico diz que tem formatar seu pc sem tentar o descrito acima, mude de técnico ou ensine ele atrabalhar…rs
Caso acima não seja necessário
Podemos entrar no sistema e substituir essa DLL corrompida (retirar a cagada por outra).
Existe um comando chamado Regsvr32 que pode ser utilizado no MS-DOS(Command para alguns) do windows.
Manual Básico do mesmo:
Regsvr32 [/u] [/n] [/i[:cmdline]] dllname
/u – Unregister server
/i – Call DllInstall passing it an optional [cmdline];
when used with /u calls dll uninstall
/n – do not call DllRegisterServer; this option must
be used with /i” fonte: Microsoft
Para os que não entenderam o manual
Para registrar a DLL:
regsvr32 “nomedadll.dll”
Para retirar o registro da DLL da máquina:
regsvr32 /u “nomedadll.dll”
Geralmente as DLL ficam na pasta C:/windows/system32, então cole a DLL por lá e depois faça o processo de registro
Site maroto das DLL bom repositório para encontrar DLL desaparecidas e corrompidas.
Tela Azul = Format nunca mais
Att,
Fontes: Wikipedia, tambotech
Bom dia Povo
Depois de algumas discursões no facebook com a temática de montar um pc para jogos pesados 2012.
Chegamos a uma conclusão em alguns seguementos, porém alguns faltam terminar. O post vai atualizando conforme for chegando a conclusão
1- Processador Intel Core i5 2500K, Quad-Core, 3.3GHz (3.7GHz Turbo Boost) 4 x 256KB L2 Cache 6MB L3 Cache LGA 1155 95W – Valor em torno de 600,00 Reais
2- Placa Mãe Placa Mãe: P8H67-M PRO (REV 3.0) – Valor em torno de 400,00 Reais
3- Memória 2 x KVR1333D3N9/4G – Valor em torno de 100 Reais
4- Placa de Video – Tá faltando – Aprox 400 reais deve custar.
5- Fonte – Tá faltando – Aprox 100 reais uma de 500w real.
6- Gabinete – Tá faltando – A critério aconselho Grande – 50 Reais
7- Monitor – Tá faltando.
Esqueci de algo ajuda ai.
Até agora está gastando 1650 reais.
Abraços!!!
Casal é flagrado fazendo sexo em tobogã na Polônia

Um casal em busca de muita emoção foi flagrado fazendo sexo no alto de um tobogã, em um parque aquático na cidade de Opoczno, na Polônia. Os dois se preparavam para descer o escorregador gigante, quando decidiram dar uma “rapidinha” antes. Só não sabiam que estavam sendo filmados pela câmera de segurança do lugar.
“Eles ficaram uns bons cinco minutos, antes que alguém percebesse o que estava acontecendo”, contou um salva-vidas, de acordo com reportagem do jornal “The Sun”. O casal acabou expulso do lugar, ainda nus. “Este é um parque aquático de família e todo mundo quer se divertir, mas não esse tipo de diversão”, enfatizou uma testemunha.
Fonte: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/casal-flagrado-fazendo-sexo-em-toboga-na-polonia-3368311.html#ixzz1fOHrhhB7
O kuduro vai dividir espaço com o samba no próximo carnaval. E tem gente já craque na dança típica da Angola. Quitéria Chagas é uma delas. A mulata atraiu a atenção na quadra da Vila Isabel ao arriscar alguns passos na hora em que a bateria fez sua tradicional paradinha. O país africano é tema da escola para seu desfile de 2012.
Quiteria Chagas lançando o KUDURU na bateria da Vila…….
O tiozinho das orelhas de abano só está prestando atenção no KUDURU da muié…
Fonte: Extra-Online

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