Difícil explicar exatamente o que aconteceu na partida de quinta-feira entre UCLA e Arizona, pelo tradicional futebol americano universitário dos EUA. Sabemos que uma briga generalizada que envolveu atletas dentro de campo e no banco de reservas interrompeu o jogo por alguns minutos.
Sabemos também que instantes antes de começar o pandemônio, um torcedor surrupiou para dentro de campo, se fantasiou de árbitro e tentou ludibriar os outros oficiais. Notada a fraude, o invasor partiu a galope. O que não se vê no vídeo é que, enquanto corria, o torcedor também tirava a roupa, até ser pego pela segurança do estádio vestindo nada mais que uma cueca branca.
Porém, saber em que ponto a invasão, o strip tease e a briga campal se relacionam continua sendo um mistério. Convidamos o leitor a ver o vídeo e tentar encontrar a relação entre os fatos:
Não é de hoje que o aquecimento global e a poluição do ar passaram a ser uma preocupação mundial. Pensando nisso, uma empresa japonesa do ramo de sanitários desenvolveu um veículo que promete revolucionar o mercado de automotores. Chamado de Toilet Bike Neo, o triciclo funciona à base das fezes de seu próprio piloto. Agora, os mais desprendidos vão poder, literalmente, ir “liberando”e andando.
A geringonça conta com uma privada em local estratégico e com um laboratório móvel. A existência do troninho dispensa maiores explicações, mas o laboratório é onde todo o trabalho sujo é convertido em energia. Dependendo do potencial do piloto, o triciclo pode chegar à uma velocidade de 80 km/h.
Em seis anos, a fabricante espera reduzir pela metade as emissões de dióxido de carbono na atmosfera. Como se isso já não fosse impressionante o bastante, o “banheiro viajante” também pode falar e escrever mensagens no ar usando imagens de luz residual.
Para marcar seu lançamento, o triciclo está fazendo uma excursão pelo território japonês. Fechando com chave de ouro, está prevista uma parada em uma pedra, em Nakatsu, que tem o formato de um bumbum.

Quando o mundo está tomado por zumbis comedores de carne melhor, amigos Tommy e Edwin descobrir uma maneira de beneficiar-se dele, transformando zumbis em fertilizante para o cultivo de maconha potente! Haverá bud.

Os Policiais de Seattle, nos Estados Unidos, prenderam o super-herói da cidade. E para a decepção do jovem de 23 anos, ainda revelaram a identidade secreta dele. O mascarado que se autobatizou de Phoenix Jones é, na verdade, Benjamin John Francis Fodor. Ele foi acusado de atacar pessoas com spray de pimenta durante uma confusão nas ruas da cidade, neste domingo.
“Só porque ele está fantasiado, não quer dizer que tenha uma consideração especial ou esteja acima da lei. Você não pode andar por aí jogando spray de pimenta nas pessoas porque pensa que elas estão brigando”, disse Det Mark, porta-voz do Departamento de Polícia de Seattle. Mas a versão do super-herói é outra. Phoenix Jones afirma que ele estava tentando parar uma briga de rua e usou o spray em legítima defesa.
Na página do super-herói no Facebook, com mais de nove mil fãs, ele afirma que jamais machucaria alguém, se essa pessoa não estivesse causando nenhum dano para outro ser humano. E aproveitou para publicar um vídeo da ação dele. As imagens mostram Phoenix Jones e o parceiro conhecido como Ghost, correndo em direção a um grupo de pessoas.

Segundo reportagem do jornal “Daily Mail”, Phoenix Jones faz parte de um grupo de supostos vigilantes do crime que apareceu em Seattle nos últimos anos. As aparições de Jones têm atraído muita atenção da mídia e, nos últimos meses, ele decidiu facilitar a vida da imprensa e levar uma equipe de filmagem durante as rondas noturnas.
Nesta segunda-feira, um porta-voz voluntário do super-herói saiu em defesa de Phoenix.“Eles ( a polícia) têm a missão de parar o que Phoenix Jones está fazendo, mesmo que seja legal”, disse. Se a prisão de Benjamin faz parte de uma conspiração das autoridades ou não, ainda não se pode afirmar. Mas o certo é que em vez de spray de pimenta, seria mais eficiente se ele usasse os superpoderes.



Fonte: Extra

O Facebook conseguiu tirar do ar o site francês Sexebook, que oferecia pornografia e atraía clientes usando um nome semelhante à rede social de Mark Zuckerberg.
Segundo o site Geek, os donos transferiram a posse do endereço para o Facebook, temendo ser alvo de ação na Justiça.
Não é a primeira vez que o Facebook toma posse de endereços de sites que lembrem a sua marca.
Recentemente, o site britânico Shagbook também interrompeu seus serviços.
FONTE: ODIA

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